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Veleiro


Nenhum vento sopra

A favor de um veleiro

Que não sabe aonde vai;

Ele fica perdido,

Sem rumo,

Sem prumo,

A chorar,

Feito uma criança sem pai;

Não adianta tanto conhecimento

Se ele estiver órfão de um guia;

Não adianta tanto saber

Sem sabedoria;

Não adianta falar bonito

Se não for cumprir o dito...

Foque nas suas estrelas

No seu céu

E do medo não seja réu;

Navegue, reme e ore!

Não desista da priore

Que faz seu caminhar!

Navegar é preciso,

Mas deixe Deus te guiar.


Rafael Luiz Santos

2 comentários


Cleber da Silva
10 de jan.

Poema lindíssimo

Parabéns

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Alexandre Braga
10 de jan.

Muito bom!

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