Veleiro
Nenhum vento sopra A favor de um veleiro Que não sabe aonde vai; Ele fica perdido, Sem rumo, Sem prumo, A chorar, Feito uma criança sem pai; Não adianta tanto conhecimento Se ele estiver órfão de um guia; Não adianta tanto saber Sem sabedoria; Não adianta falar bonito Se não for cumprir o dito... Foque nas suas estrelas No seu céu E do medo não seja réu; Navegue, reme e ore! Não desista da priore Que faz seu caminhar! Navegar é preciso, Mas deixe Deus te guiar. Rafael Luiz Santos