Que delícia… você aqui, quase nua, a chuva escorrendo lenta enquanto sente o meu corpo em brasa colado ao seu. Dançando na chuva, sem pressa, sem pudor. É tão gostoso se perder nessas loucuras feitas na rua, onde o desejo não pede licença. A gente se deslumbra, se provoca, faz tudo acontecer sem culpa alguma. Pele na pele, o som dos nossos corpos ecoa. Gemidos se misturam às gotas que caem do céu, arranhões marcando a pele junto com o suor quente do prazer. Mesmo aqui, expost