O senhor decidiu se filiar a um partido em Goi�s?
N�o. Estou ainda por definir se vou me filiar. Estou avaliando e ainda n�o tenho conclus�o. Com certeza, imediatamente ap�s a decis�o, vou falar mais sobre isso em Goi�s, para explicar os fatores que me levaram a escolha e dar detalhes sobre o assunto. Quando decidir, vou esclarecer os motivos.
A d�vida � mesmo entre PP e PMDB?
Eu tenho diversos convites e ainda n�o me decidi. Vou avaliar primeiro se vou me filiar e depois definir o partido. E vou fazer isso com cuidado, calma, toda responsabilidade, para fazer a melhor escolha.
O sr. fez o compromisso com o governador Alcides Rodrigues de que, caso optasse por uma filia��o partid�ria, seria ao PP?
N�o tenho decis�o tomada. Ent�o n�o tenho o que dizer sobre essas conversas. Tenho ouvido muita gente, tenho andado rouco de tanto ouvir, e estou avaliando, mas n�o tomei decis�o.
O sr. conversou ontem (quarta-feira) com a bancada do PMDB de Goi�s na C�mara. Busca avaliar se teria espa�o na legenda para se candidatar a governador?
Estou avaliando, conversando, ouvindo a opini�o de muitos. Como goiano, tenho ouvido v�rias lideran�as para saber o que pensam. Tamb�m como presidente do BC, converso com muitas pessoas, recebo a todos.
Com que outras lideran�as de Goi�s conversou nos �ltimos dias?
Ah, isso n�o me cabe falar. Tenho de agir como presidente do Banco Central e ser discreto sobre essas conversas.
O sr. conversou com o governador?
N�o. Ele est� na China, n�? Primeiro eu estava no exterior. Quando voltei, ele � que estava. De modo que n�o falei com ele nos �ltimos dias. Devemos voltar a falar quando ele retornar.
O presidente Lula articula sua filia��o ao PMDB?
O presidente Lula n�o faz articula��es neste sentido. Ali�s, a grande prefer�ncia dele, e ele disse isso ontem, � que eu ficasse no BC at� dezembro de 2010. S� que ele j� disse tamb�m que me apoia caso eu decida me filiar e ser candidato.
Qual foi o peso das declara��es do presidente favor�veis ao sr. na visita a Goi�nia e An�polis?
Aquilo foi uma interven��o normal, um elogio ao trabalho de um ministro, reconhecimento do esfor�o que fizemos para sair da crise, pela estabilidade. Foi uma coloca��o institucional.
N�o houve pretens�es pol�ticas?
� claro que tudo na a��o p�blica pode ter leitura pol�tica. Mas ele tem dito isso em outras circunst�ncias tamb�m, n�o foi s� l� no palanque em Goi�nia.
O governo de Goi�s explorou muito a quest�o das contas do Estado, da busca pelo equil�brio financeiro, do fim do d�ficit. Considera que esse debate pode ser favor�vel ao sr. na campanha ao governo?
Por enquanto, n�o tenho decis�o de ser candidato. Ent�o n�o conv�m falar de quest�es t�o espec�ficas, do que poderia me favorecer ou n�o. N�o estou pensando nisso agora. Vou pensar se decidir ser candidato.
Como � a participa��o do sr. nas negocia��es do governo federal com o Estado para salvar a Celg?
� uma quest�o espec�fica que eu n�o quero comentar agora. Vou entrar nestes assuntos s� depois que me decidir. Caso me filie vou falar de todas essas coisas. Sou presidente do Banco Central, estou 100% focado na economia. N�o estou em campanha. O que posso dizer agora � que estou avaliando e vou tomar uma decis�o serena, respons�vel, cuidadosa.
N�o. Estou ainda por definir se vou me filiar. Estou avaliando e ainda n�o tenho conclus�o. Com certeza, imediatamente ap�s a decis�o, vou falar mais sobre isso em Goi�s, para explicar os fatores que me levaram a escolha e dar detalhes sobre o assunto. Quando decidir, vou esclarecer os motivos.
A d�vida � mesmo entre PP e PMDB?
Eu tenho diversos convites e ainda n�o me decidi. Vou avaliar primeiro se vou me filiar e depois definir o partido. E vou fazer isso com cuidado, calma, toda responsabilidade, para fazer a melhor escolha.
O sr. fez o compromisso com o governador Alcides Rodrigues de que, caso optasse por uma filia��o partid�ria, seria ao PP?
N�o tenho decis�o tomada. Ent�o n�o tenho o que dizer sobre essas conversas. Tenho ouvido muita gente, tenho andado rouco de tanto ouvir, e estou avaliando, mas n�o tomei decis�o.
O sr. conversou ontem (quarta-feira) com a bancada do PMDB de Goi�s na C�mara. Busca avaliar se teria espa�o na legenda para se candidatar a governador?
Estou avaliando, conversando, ouvindo a opini�o de muitos. Como goiano, tenho ouvido v�rias lideran�as para saber o que pensam. Tamb�m como presidente do BC, converso com muitas pessoas, recebo a todos.
Com que outras lideran�as de Goi�s conversou nos �ltimos dias?
Ah, isso n�o me cabe falar. Tenho de agir como presidente do Banco Central e ser discreto sobre essas conversas.
O sr. conversou com o governador?
N�o. Ele est� na China, n�? Primeiro eu estava no exterior. Quando voltei, ele � que estava. De modo que n�o falei com ele nos �ltimos dias. Devemos voltar a falar quando ele retornar.
O presidente Lula articula sua filia��o ao PMDB?
O presidente Lula n�o faz articula��es neste sentido. Ali�s, a grande prefer�ncia dele, e ele disse isso ontem, � que eu ficasse no BC at� dezembro de 2010. S� que ele j� disse tamb�m que me apoia caso eu decida me filiar e ser candidato.
Qual foi o peso das declara��es do presidente favor�veis ao sr. na visita a Goi�nia e An�polis?
Aquilo foi uma interven��o normal, um elogio ao trabalho de um ministro, reconhecimento do esfor�o que fizemos para sair da crise, pela estabilidade. Foi uma coloca��o institucional.
N�o houve pretens�es pol�ticas?
� claro que tudo na a��o p�blica pode ter leitura pol�tica. Mas ele tem dito isso em outras circunst�ncias tamb�m, n�o foi s� l� no palanque em Goi�nia.
O governo de Goi�s explorou muito a quest�o das contas do Estado, da busca pelo equil�brio financeiro, do fim do d�ficit. Considera que esse debate pode ser favor�vel ao sr. na campanha ao governo?
Por enquanto, n�o tenho decis�o de ser candidato. Ent�o n�o conv�m falar de quest�es t�o espec�ficas, do que poderia me favorecer ou n�o. N�o estou pensando nisso agora. Vou pensar se decidir ser candidato.
Como � a participa��o do sr. nas negocia��es do governo federal com o Estado para salvar a Celg?
� uma quest�o espec�fica que eu n�o quero comentar agora. Vou entrar nestes assuntos s� depois que me decidir. Caso me filie vou falar de todas essas coisas. Sou presidente do Banco Central, estou 100% focado na economia. N�o estou em campanha. O que posso dizer agora � que estou avaliando e vou tomar uma decis�o serena, respons�vel, cuidadosa.


