O PT partiu para cima do DEM, respons�vel pela �rea administrativa do Senado nos �ltimos anos, foco de algumas das irregularidades rec�m-descobertas.
A estrat�gia foi definida em encontro da bancada petista, que tamb�m avaliou ter outro trunfo na m�o: o discurso do l�der tucano Arthur Virg�lio (AM), que admitiu na tribuna ter recorrido ao ex-diretor-geral Agaciel Maia quando o parlamentar teve problemas com o cart�o de cr�dito durante uma viagem internacional.
Os dois movimentos petistas evidenciam o rearranjo de for�as na Casa, embaralhado desde a elei��o de Jos� Sarney (PMDB-AP) para a Presid�ncia em fevereiro. Naquela ocasi�o, PT e PSDB se juntaram para derrotar Sarney. A crise em torno do peemedebista, no entanto, acelerou esse processo, reaproximando PT do PMDB de um lado e do outro, DEM e PSDB.
Partir para cima dos democratas foi a sa�da encontrada pelo PT para conter a cobran�a diante da postura amena adotada pela sigla no caso Sarney, acossado pela onda de esc�ndalo � um neto dele, por exemplo, � investigado por ter intermediado cr�dito consignado oferecido a funcion�rios do Senado.
O l�der do PT, Aloizio Mercadante (SP), lembrou que h� 20 anos a Primeira-Secretaria, �rg�o mais importante da Casa ap�s a Presid�ncia, sempre esteve nas m�o do DEM. �A crise � mais profunda e tem mais gente com responsabilidade�, disse o representante de S�o Paulo.
A Primeira-Secretaria cuida dos contratos com as empresas terceirizadas. A Pol�cia Federal investigou fraudes em contrata��es firmadas pelo Senado durante a gest�o de Efraim Morais (DEM-PB).
Os policiais monitoram um lobista que, em troca de suposta propina, teria negociado o resultado das licita��es, num total de R$ 35 milh�es anuais.
O tal lobista assessorou Efraim no setor, tinha acesso irrestrito ao gabinete do parlamentar mesmo depois de desligado do setor e mantinha uma sociedade oculta com o democrata. Efraim nega envolvimento nas irregularidades.
A estrat�gia foi definida em encontro da bancada petista, que tamb�m avaliou ter outro trunfo na m�o: o discurso do l�der tucano Arthur Virg�lio (AM), que admitiu na tribuna ter recorrido ao ex-diretor-geral Agaciel Maia quando o parlamentar teve problemas com o cart�o de cr�dito durante uma viagem internacional.
Os dois movimentos petistas evidenciam o rearranjo de for�as na Casa, embaralhado desde a elei��o de Jos� Sarney (PMDB-AP) para a Presid�ncia em fevereiro. Naquela ocasi�o, PT e PSDB se juntaram para derrotar Sarney. A crise em torno do peemedebista, no entanto, acelerou esse processo, reaproximando PT do PMDB de um lado e do outro, DEM e PSDB.
Partir para cima dos democratas foi a sa�da encontrada pelo PT para conter a cobran�a diante da postura amena adotada pela sigla no caso Sarney, acossado pela onda de esc�ndalo � um neto dele, por exemplo, � investigado por ter intermediado cr�dito consignado oferecido a funcion�rios do Senado.
O l�der do PT, Aloizio Mercadante (SP), lembrou que h� 20 anos a Primeira-Secretaria, �rg�o mais importante da Casa ap�s a Presid�ncia, sempre esteve nas m�o do DEM. �A crise � mais profunda e tem mais gente com responsabilidade�, disse o representante de S�o Paulo.
A Primeira-Secretaria cuida dos contratos com as empresas terceirizadas. A Pol�cia Federal investigou fraudes em contrata��es firmadas pelo Senado durante a gest�o de Efraim Morais (DEM-PB).
Os policiais monitoram um lobista que, em troca de suposta propina, teria negociado o resultado das licita��es, num total de R$ 35 milh�es anuais.
O tal lobista assessorou Efraim no setor, tinha acesso irrestrito ao gabinete do parlamentar mesmo depois de desligado do setor e mantinha uma sociedade oculta com o democrata. Efraim nega envolvimento nas irregularidades.


