Defender-se n�o � fraqueza. A institui��o [o Senado] � maior do que todos n�s somados. Temos que transmiti-la da mesma maneira. N�o seria agora que iria praticar qualquer ato menor do que eu pratiquei durante a minha vida. Sempre presenciei momentos de crise, mas nunca meu nome esteve envolvido. Nunca tive meu nome asssociado com as coisas que s�o faladas aqui dentro. A crise n�o � minha, a crise � do Senado. E esta institui��o que devemos preservar. Ningu�m tem mais interesse nisso do que eu, at� porque aceitei ser presidente desta Casa. Queremos buscar e corrigir erros, tomar provid�ncias necess�rias para resgatar a Casa. Isso n�o � poss�vel fazer do dia pra noite. Nem � do meu estilo que se solte fogos de artif�cio.
No meio do discurso, Sarney se emocionou ao falar sobre a opera��o do aneurisma cerebral da filha Roseana Sarney, no in�cio do m�s:
- N�o pude me dedicar totalmente [� crise no Senado]. Enfrentei um problema que como pai aqui todos sabem.
Sarney n�o determinou mudan�as concretas. Prometeu voltar a falar sobre o assunto na segunda-feira, ao lado do senador Her�clito Fortes, primeiro-secret�rio da Mesa Diretora, estar� de volta depois de licen�a m�dica. E finalizou:
- N�s faremos tudo o que for necess�rio para a moralidade e o bem do Senado. Quem tiver id�ia para colaborar, que me traga. Estamos prontos para fazer isso. Estamos prontos. Mas n�o podemos ficar nessa coisa que estamos vendo a�, com a finalidade de enfraquecer a institui��o legislativa. Porque ao enfaquec�-las, s�o exercidas por outros, que n�o n�s: grupos econ�micos, setores p�blicos. Nenhum desses atos se refere a nossa gest�o. Apure-se e seja punido. Estarei a frente para punir. Se eu estiver a frente de alguma coisa.
Sarney falou ao plen�rio da tribuna, e n�o da cadeira que ocupa como presidente do Senado
No meio do discurso, Sarney se emocionou ao falar sobre a opera��o do aneurisma cerebral da filha Roseana Sarney, no in�cio do m�s:
- N�o pude me dedicar totalmente [� crise no Senado]. Enfrentei um problema que como pai aqui todos sabem.
Sarney n�o determinou mudan�as concretas. Prometeu voltar a falar sobre o assunto na segunda-feira, ao lado do senador Her�clito Fortes, primeiro-secret�rio da Mesa Diretora, estar� de volta depois de licen�a m�dica. E finalizou:
- N�s faremos tudo o que for necess�rio para a moralidade e o bem do Senado. Quem tiver id�ia para colaborar, que me traga. Estamos prontos para fazer isso. Estamos prontos. Mas n�o podemos ficar nessa coisa que estamos vendo a�, com a finalidade de enfraquecer a institui��o legislativa. Porque ao enfaquec�-las, s�o exercidas por outros, que n�o n�s: grupos econ�micos, setores p�blicos. Nenhum desses atos se refere a nossa gest�o. Apure-se e seja punido. Estarei a frente para punir. Se eu estiver a frente de alguma coisa.
Sarney falou ao plen�rio da tribuna, e n�o da cadeira que ocupa como presidente do Senado


