Para Paulo Bernardo, oposi��o quer 'desmoralizar' empresa.
Nelson Jobim diz que CPI quer antecipar processo eleitoral de 2010.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta segunda-feira (18) que a oposi��o, com a cria��o da Comiss�o Parlamentar de Inqu�rito (CPI) para investigar poss�veis irregularidades na administra��o cont�bil da Petrobras, pretende "desmoralizar" a empresa com o intuito de privatiz�-la.
"O que o PSDB gostaria mesmo � de privatizar a Petrobras e eles n�o conseguiram fazer isso no governo Fernando Henrique [1995-2003]", disse. "Provavelmente v�o querer desmoralizar a Petrobras para fazer isso no futuro, mas tenho certeza de que n�o v�o conseguir."
Bernardo afirmou que o governo vai esclarecer todas as suspeitas levantadas contra a petrol�fera estatal. "E vamos continuar fazendo investimentos na �rea do pr�-sal normalmente, mantendo a Petrobras com a grande empresa que �", destacou.
Na justificativa do pedido de CPI, protocolado na �ltima quarta-feira (13), o senador tucano �lvado Dias (PR) manifesta preocupa��o com as seguidas den�ncias contra a Petrobras e a ANP. �� preocupante que a maior empresa estatal brasileira tenha passado a freq�entar as p�ginas policiais da imprensa."
Segundo Bernardo, o Brasil anda na contram�o da tend�ncia mundial. "Enquanto os grandes pa�ses desenvolvidos est�o fazendo tudo para proteger suas empresas, n�s fazemos alguma coisa para derrubar a maior empresa do continente sul-americano", reclamou.
"A oposi��o, no seu af� de dificultar as coisas para o governo pode prejudicar uma empresa que � uma das maiores do mundo."
O ministro do Planejamento ressaltou, no entanto, que a instala��o da CPI n�o conseguir� paralisar as atividades do governo.
"N�s vamos acompanhar essa gritaria que est�o fazendo, mas de forma alguma vamos deixar paralisar. Nem as a��es de investimento da Petrobras ser�o paralisadas, nem o Programa de Acelera��o do Crescimento (PAC), nem o programa Minha Casa, Minha Vida. Vamos tocar tudo normalmente", assegurou Bernardo.
Jobim
Para o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a cria��o da CPI da Petrobras representa uma antecipa��o do processo eleitoral de 2010.
"Isso tudo a� � briga pol�tica, se chama 2010", disse Jobim a jornalistas ap�s participar da abertura de um encontro de fuzileiros navais.
A leitura do requerimento na sexta-feira para cria��o da CPI, primeiro passo no processo de instala��o da comiss�o, foi comandada pelo PSDB, partido que rivaliza com o PT na sucess�o presidencial do ano que vem. Mesmo o Democratas, aliado dos tucanos, n�o t�m interesse na CPI.
Nelson Jobim, que � do PMDB, acredita que a oposi��o vai criar novos fatos pol�ticos ao longo deste ano para tentar enfraquecer o governo.
"Vai haver a partir dessa antecipa��o do processo eleitoral uma enormidade de retalia��es, que s�o naturais, considerando a elei��o de 2010. N�o existem regras para isso. As coisas acontecem", disse.
Nelson Jobim diz que CPI quer antecipar processo eleitoral de 2010.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta segunda-feira (18) que a oposi��o, com a cria��o da Comiss�o Parlamentar de Inqu�rito (CPI) para investigar poss�veis irregularidades na administra��o cont�bil da Petrobras, pretende "desmoralizar" a empresa com o intuito de privatiz�-la.
"O que o PSDB gostaria mesmo � de privatizar a Petrobras e eles n�o conseguiram fazer isso no governo Fernando Henrique [1995-2003]", disse. "Provavelmente v�o querer desmoralizar a Petrobras para fazer isso no futuro, mas tenho certeza de que n�o v�o conseguir."
Bernardo afirmou que o governo vai esclarecer todas as suspeitas levantadas contra a petrol�fera estatal. "E vamos continuar fazendo investimentos na �rea do pr�-sal normalmente, mantendo a Petrobras com a grande empresa que �", destacou.
Na justificativa do pedido de CPI, protocolado na �ltima quarta-feira (13), o senador tucano �lvado Dias (PR) manifesta preocupa��o com as seguidas den�ncias contra a Petrobras e a ANP. �� preocupante que a maior empresa estatal brasileira tenha passado a freq�entar as p�ginas policiais da imprensa."
Segundo Bernardo, o Brasil anda na contram�o da tend�ncia mundial. "Enquanto os grandes pa�ses desenvolvidos est�o fazendo tudo para proteger suas empresas, n�s fazemos alguma coisa para derrubar a maior empresa do continente sul-americano", reclamou.
"A oposi��o, no seu af� de dificultar as coisas para o governo pode prejudicar uma empresa que � uma das maiores do mundo."
O ministro do Planejamento ressaltou, no entanto, que a instala��o da CPI n�o conseguir� paralisar as atividades do governo.
"N�s vamos acompanhar essa gritaria que est�o fazendo, mas de forma alguma vamos deixar paralisar. Nem as a��es de investimento da Petrobras ser�o paralisadas, nem o Programa de Acelera��o do Crescimento (PAC), nem o programa Minha Casa, Minha Vida. Vamos tocar tudo normalmente", assegurou Bernardo.
Jobim
Para o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a cria��o da CPI da Petrobras representa uma antecipa��o do processo eleitoral de 2010.
"Isso tudo a� � briga pol�tica, se chama 2010", disse Jobim a jornalistas ap�s participar da abertura de um encontro de fuzileiros navais.
A leitura do requerimento na sexta-feira para cria��o da CPI, primeiro passo no processo de instala��o da comiss�o, foi comandada pelo PSDB, partido que rivaliza com o PT na sucess�o presidencial do ano que vem. Mesmo o Democratas, aliado dos tucanos, n�o t�m interesse na CPI.
Nelson Jobim, que � do PMDB, acredita que a oposi��o vai criar novos fatos pol�ticos ao longo deste ano para tentar enfraquecer o governo.
"Vai haver a partir dessa antecipa��o do processo eleitoral uma enormidade de retalia��es, que s�o naturais, considerando a elei��o de 2010. N�o existem regras para isso. As coisas acontecem", disse.


