Mesmo n�o agradando a setores das For�as Armadas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, pretende esclarecer definitivamente os acontecimentos da Guerrilha do Araguaia. Al�m de uma colet�nea de documentos sobre o assunto, dispon�vel no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro e que ser� enviado � Justi�a Federal, o ministro quer levar adiante as investiga��es. Na semana passada, por meio de portaria, Jobim mandou criar um grupo de trabalho para tentar localizar ossadas de pessoas supostamente desaparecidas no confronto iniciado h� 37 anos.
Calados desde a sa�da de alguns generais remanescentes do golpe militar de 31 de mar�o de 1964, oficiais do grupo considerado linha dura dentro das For�as Armadas evitam entrar em confronto com Jobim. Mas h� uma insatisfa��o pela edi��o da portaria na �ltima quinta-feira. A medida mostra a inten��o do ministro de ir fundo na investiga��o. �O processo de procura dos desaparecidos come�ou h� v�rios anos, mesmo antes da demanda judicial, e vai at� o fim�, afirma um colaborador pr�ximo de Jobim.
A pr�pria portaria reconhece que as investiga��es at� agora n�o foram suficientes por causa �da limita��o dos resultados alcan�ados nas expedi��es j� realizadas para o fim de localizar, recolher e identificar os restos mortais de guerrilheiros e militares mortos no epis�dio conhecido como Guerrilha do Araguaia�.
Agora, uma nova comiss�o formada de militares do Ex�rcito, governos do Par� e Distrito Federal e outros �rg�os p�blicos deve seguir para a regi�o at� o in�cio do pr�ximo semestre em busca de ossadas. Desta vez, usando m�todos cient�ficos que ser�o planejados pelo grupo.
Os primeiros trabalhos para tentar recuperar os corpos dos desaparecidos do Araguaia ocorreram em 2003, quando o governo constituiu uma comiss�o interministerial, que tinha como finalidade obter informa��es que levassem � localiza��o de poss�veis ossadas.
Na �poca, as For�as Armadas se encarregaram de indicar locais onde os confrontos teriam acontecido. Depois disso, outras tr�s expedi��es foram enviadas � regi�o, sendo a �ltima em dezembro do ano passado. Todos os relat�rios sobre o tema foram inconclusivos, j� que n�o tinham informa��es concretas sobre os restos mortais.
Calados desde a sa�da de alguns generais remanescentes do golpe militar de 31 de mar�o de 1964, oficiais do grupo considerado linha dura dentro das For�as Armadas evitam entrar em confronto com Jobim. Mas h� uma insatisfa��o pela edi��o da portaria na �ltima quinta-feira. A medida mostra a inten��o do ministro de ir fundo na investiga��o. �O processo de procura dos desaparecidos come�ou h� v�rios anos, mesmo antes da demanda judicial, e vai at� o fim�, afirma um colaborador pr�ximo de Jobim.
A pr�pria portaria reconhece que as investiga��es at� agora n�o foram suficientes por causa �da limita��o dos resultados alcan�ados nas expedi��es j� realizadas para o fim de localizar, recolher e identificar os restos mortais de guerrilheiros e militares mortos no epis�dio conhecido como Guerrilha do Araguaia�.
Agora, uma nova comiss�o formada de militares do Ex�rcito, governos do Par� e Distrito Federal e outros �rg�os p�blicos deve seguir para a regi�o at� o in�cio do pr�ximo semestre em busca de ossadas. Desta vez, usando m�todos cient�ficos que ser�o planejados pelo grupo.
Os primeiros trabalhos para tentar recuperar os corpos dos desaparecidos do Araguaia ocorreram em 2003, quando o governo constituiu uma comiss�o interministerial, que tinha como finalidade obter informa��es que levassem � localiza��o de poss�veis ossadas.
Na �poca, as For�as Armadas se encarregaram de indicar locais onde os confrontos teriam acontecido. Depois disso, outras tr�s expedi��es foram enviadas � regi�o, sendo a �ltima em dezembro do ano passado. Todos os relat�rios sobre o tema foram inconclusivos, j� que n�o tinham informa��es concretas sobre os restos mortais.


