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Ter�a-feira, Mar�o 17, 2009

An�lise do Jornal Op��o sobre a elei��o de 2010

A si­tu­a­��o dos fe­de­ra­is

Di­ri­gen­tes par­ti­d�­rios e ob­ser­va­do­res ou­vi­dos por es­ta re­por­ta­gem do Jor­nal Op­��o ana­li­sa­ram a si­tu­a­��o dos 17 atu­ais de­pu­ta­dos fe­de­ra­is.

Do­na Iris (PMDB)

Se dis­pu­tar a re­e­lei­��o, de­ve­r�, mais uma vez, ser car­re­ga­do­ra de vo­tos do PMDB. Em 2006, inau­gu­rou um clu­be ex­clu­si­vo en­tre os fe­de­ra­is go­i­a­nos com mais de 200 mil vo­tos em uma �ni­ca elei­��o.

Ro­nal­do Cai­a­do (DEM)

Es­t� em as­cen­s�o. Em 2002, re­ce­beu 114 mil vo­tos. Em 2006, su­biu pa­ra 152 mil, fi­can­do atr�s ape­nas de Do­na Iris. Ape­sar des­sa vo­ta­��o ex­pres­si­va, s� con­se­guiu ga­ran­tir va­ga gra­�as � can­di­da­tu­ra de Vil­mar Ro­cha (75 mil vo­tos) que as­se­gu­rou quo­ci­en­te elei­to­ral pa­ra o DEM. Tem anun­ci­a­do sua dis­po­si­��o de dis­pu­tar o go­ver­no do Es­ta­do se ti­ver o apoio do go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues.

San­dro Ma­bel (PR)

En­tre 2002 e 2006 per­deu uma mon­ta­nha de vo­tos (de 147 mil caiu pa­ra 108 mil). � mui­ta coi­sa, mas � re­sul­ta­do con­jun­tu­ral. Pa­ra aju­dar seu co­le­ga de PR, Chi­co Abreu, pra­ti­ca­men­te n�o fez cam­pa­nha em Apa­re­ci­da de Go­i­�­nia, seu mai­or co­l�­gio elei­to­ral. Em 2010, po­de­r� re­pe­tir a do­se, e as di­fi­cul­da­des, ca­so o vi­ce-go­ver­na­dor Ade­mir Me­ne­zes dis­pu­te va­ga de de­pu­ta­do fe­de­ral. Is­so de­ve­r� ocor­rer se o go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues re­sol­ver cum­prir o seu man­da­to at� 31 de de­zem­bro do ano que vem.

Le­an­dro Vi­le­la (PMDB)

Tam­b�m es­t� cres­cen­do. Em 2002, foi o �l­ti­mo co­lo­ca­do en­tre os elei­tos, com 60 mil vo­tos. Em 2006, com o tio Ma­gui­to Vi­le­la dis­pu­tan­do o go­ver­no, su­biu pa­ra 107 mil vo­tos. Tem am­pli­a­do seu po­der de fo­go em sua re­gi­�o na­tu­ral, o Su­do­es­te.

Jo­va­ir Aran­tes (PTB)

N�o pa­ra nun­ca de so­mar mais vo­tos a ca­da elei­��o. Em 2006, pe­la pri­mei­ra vez, en­trou no clu­be dos 100 mil vo­tos � 105 mil. � de­pu­ta­do que se de­di­ca co­mo pou­cos �s su­as ba­ses, sem­pre em mai­or n�­me­ro. De­ve cres­cer mais, a n�o ser que entre na cha­pa ma­jo­ri­t�­ria (vi­ce-go­ver­na­dor ou se­na­dor) ao la­do de Mar­co­ni Pe­ril­lo.

Ro­ber­to Ba­les­tra (PP)

Tam­b�m � can­di­da­to de ba­ses. Em 2002, te­ve 76 mil vo­tos. Em 2006, su­biu pa­ra 102 mil, e es­tre­ou no clu­be da eli­te. Te­o­ri­ca­men­te, faz um tra­ba­lho dis­cre­to na Se­cre­ta­ria Ex­tra­or­di­n�­ria. � seu es­ti­lo. Apa­re­ce pou­co pa­ra o gran­de p�­bli­co, mas n�o dei­xa su­as ba­ses aban­do­na­das. Tem po­ten­ci­al pa­ra cres­cer mais um pou­co, a n�o ser que o seu par­ti­do par­ta pa­ra uma aven­tu­ra elei­to­ral so­li­t�­ria.

Pe­dro Cha­ves (PMDB)

Su­as ba­ses, an­ti­ga­men­te, es­ta­vam qua­se to­das elas si­tu­a­das na re­gi­�o Nor­des­te, com pou­cos elei­to­res e mui­to ch�o. Pas­sou a abrir no­vas fren­tes e foi de 68 mil vo­tos em 2002 pa­ra 94 mil, em 2006. Po­de en­trar pa­ra o clu­be dos 100 mil j� em 2010.

San­des J�­ni­or (PP)

Per­deu vo­tos en­tre 2002 e 2006 (126 mil pa­ra 93 mil) prin­ci­pal­men­te por cau­sa da for­te pre­sen­�a de Do­na Iris em Go­i­�­nia, sua prin­ci­pal ba­se. Nas du­as elei­��es, te­ve apoio de­ci­si­vo de For­mo­sa, atra­v�s do en­t�o pre­fei­to Se­bas­ti­�o Ca­ro­�o. Em 2010, For­mo­sa te­r� ou­tros can­di­da­tos a de­pu­ta­do fe­de­ral, co­mo Er­nes­to Rol­ler, es­ta­du­al e se­cre­t�­rio de Se­gu­ran­�a P�­bli­ca. Te­r� que des­co­brir al­gu­ma m�­gi­ca pa­ra n�o cor­rer s�­rios ris­cos.

Le­o­nar­do Vi­le­la (PSDB)

Ou­tro que cres­ce muito. Em 2002, te­ve 63 mil vo­tos. Em 2006, 91 mil. De­ve rom­per a bar­rei­ra dos 100 mil vo­tos em 2010. Pre­si­de o PSDB es­ta­du­al e � bra�o direito de Marconi. Desde sua pr�-campa­nha a governador, em 2005, vem se consolidando como um nome estadual. Nas elei��es municipais de 2008, conquistou o apoio de �guas Lindas, o terceiro maior eleitorado do Entorno de Bras�lia. Isso, sem se afastar de sua ba­se prin­ci­pal, o Su­do­es­te.

Ru­bens Oto­ni (PT)

�, dis­pa­ra­do, o pe­tis­ta mais con­sis­ten­te do pon­to de vis­ta elei­to­ral. Sua ba­se prin­ci­pal � a ci­da­de de An�­po­lis. � l�, in­clu­si­ve, on­de ele es­t� re­for­�a­do des­de as elei­��es de 2008, que ter­mi­nou com a vi­t�­ria de seu ir­m�o An­to­nio Go­mi­de na dis­pu­ta pe­la pre­fei­tu­ra. Te­ve 77 mil vo­tos em 2002, 87 mil em 2006 e de­ve­r� dis­pa­rar pa­ra mais de 100 mil em 2010, ca­so n�o dis­pu­te ou­tro car­go. � co­ta­do pa­ra a vi­ce de Iris, ou pa­ra se­na­dor, mas tem anun­ci­a­do que quer dis­pu­tar o go­ver­no do Es­ta­do pe­la ba­se lu­lis­ta.

Jo­s� Ta­ti­co (PTB)

Es­se es­t� fo­ra. A Jus­ti­�a Elei­to­ral o con­de­nou por com­pra de vo­tos em 2006.

Ra­quel Tei­xei­ra (PSDB)

Es­tre­ou em 2002 com a for­�a da Se­cre­ta­ria da Edu­ca­��o, on­de es­te­ve du­ran­te o pri­mei­ro man­da­to de Mar­co­ni Pe­ril­lo, e sur­pre­en­deu com 126 mil vo­tos. Em 2006, j� sem es­sa in­flu­�n­cia, caiu pa­ra 83 mil vo­tos. Es­t� sob s�­rio ris­co.

Lu­iz Bit­ten­court (PMDB)

Man­te­ve-se na fai­xa dos 70 mil vo­tos, em­bo­ra te­nha ca­�­do en­tre 2002 e 2006 (78 mil vo­tos e 71 mil). O pro­ble­ma foi em al­gu­mas de su­as ba­ses, em que os pre­fei­tos fo­ram der­ro­ta­dos. Di­fi­cil­men­te en­tra­r� pa­ra o clu­be dos 100 mil, mas de­ve­r� fi­car en­tre os elei­tos pe­lo PMDB. Tem pro­cu­ra­do re­for­�ar as ba­ses.

Jo­�o Cam­pos (PSDB)

Sua vo­ta­��o � boa, mas na­da t�o ex­tra­or­di­n�­rio. Fi­ca na fai­xa dos 60 e pou­cos mil vo­tos. De­pen­de­r� da le­gen­da.

Mar­ce­lo Me­lo (PMDB)

Foi o �l­ti­mo co­lo­ca­do do PMDB na sua es­tr�ia, em 2006, com 59 mil vo­tos. Sua ba­se � Lu­zi­�­nia, on­de tem man­ti­do uma ex­ce­len­te re­la­��o e par­ce­ria po­l�­ti­ca com o pre­fei­to C�­lio da Sil­vei­ra, do PSDB. Foi elei­to gra­�as � enor­me vo­ta­��o de do­na Iris, que ul­tra­pas­sou a bar­rei­ra dos 200 mil vo­tos e me­lho­rou o quo­ci­en­te elei­to­ral do par­ti­do co­mo um to­do.

Pe­dro Wil­son (PT)

Te­ve cerca de 50 mil vo­tos em 2006. Is­so, ape­nas dois anos de­pois de dis­pu­tar o 2� tur­no das elei­��es pa­ra pre­fei­to de Go­i­�­nia co­mo can­di­da­to � re­e­lei­��o, em 2004. Vai ter de me­lho­rar mui­to seu de­sem­pe­nho se n�o qui­ser fi­car no­va­men­te ame­a­�a­do.­

No­vas es­tre­las e ve­lhos co­me­tas fe­de­ra­is

Um gran­de n�­me­ro de can­di­da­tos sur­ge em to­da elei­��o, pa­ra to­dos os car­gos. Mui­tos co­me­�am dis­pos­tos a en­fren­tar a guer­ra pe­lo go­ver­no, pas­sam a acei­tar o Se­na­do, s�o con­ven­ci­dos a dis­pu­tar uma va­ga na C�­ma­ra dos De­pu­ta­dos e, al­gu­mas ve­zes, ter­mi­nam no meio da mul­ti­d�o de can­di­da­tos � As­sem­bl�ia Le­gis­la­ti­va. Is­so quan­do n�o de­sis­tem, pu­ra e sim­ples­men­te.

Em Go­i­�s, al­guns po­l�­ti­cos no­vos e ou­tros ve­te­ra­nos s�o as gran­des es­tre­las de seus par­ti­dos pa­ra a dis­pu­ta por uma das 17 va­gas da C�­ma­ra dos De­pu­ta­dos. Ou­tros, s�o ve­lhos co­nhe­ci­dos que j� bri­lha­ram du­ran­te um cer­to tem­po, mas, co­mo co­me­tas, se per­de­ram pe­los di­f�­ceis ca­mi­nhos das elei­��es. Abai­xo, al­guns dos no­mes mais co­ta­dos pa­ra 2010.

PMDB

Thi­a­go Pei­xo­to

� de­pu­ta­do es­ta­du­al. Com dis­cur­so mui­to bem es­tru­tu­ra­do, po­si­��o cla­ra e de­fi­ni­da � no ca­so, de opo­si­��o ao go­ver­no do Es­ta­do �, tem se des­ta­ca­do mui­to na As­sem­bl�ia Le­gis­la­ti­va. Es­tre­ou em 2006 e foi o ter­cei­ro mais bem vo­ta­do no ge­ral e o me­lhor de seu par­ti­do. Vem de fa­m�­lia que � do ra­mo. Seu pai, o eco­no­mis­ta Fl�­vio Pei­xo­to, � o gran­de for­mu­la­dor do PMDB go­i­a­no. Seu av�, Pei­xo­to da Sil­vei­ra, foi pre­fei­to de Ja­ra­gu�, de­pu­ta­do es­ta­du­al e fe­de­ral. Tem apoio do po­de­ro­so PMDB de Go­i­a­n�­sia.

Jo­s� Nel­to

Tam­b�m � de­pu­ta­do es­ta­du­al, e li­de­rou a ban­ca­da do seu par­ti­do, a mai­or da opo­si­��o, por mais de dois anos. � re­fe­r�n­cia em bo­as ar­ti­cu­la­��es e atua com ma­es­tria nos bas­ti­do­res. � um dos po­l�­ti­cos go­i­a­nos com mai­or n�­me­ro de man­da­tos con­se­cu­ti­vos, se­te. Foi ve­re­a­dor por tr�s man­da­tos e es­t� em seu quar­to man­da­to co­mo de­pu­ta­do es­ta­du­al. Tem mui­tas ba­ses con­sis­ten­tes no in­te­ri­or. A prin­ci­pal de­las � Ca­ta­l�o.

PSDB

H�l­der Va­lim

Es­tre­la em fran­ca as­cen­s�o, foi ve­re­a­dor em Go­i­�­nia por dois man­da­tos e es­t� em seu ter­cei­ro man­da­to co­mo de­pu­ta­do es­ta­du­al. Sua ex­ce­len­te ca­pa­ci­da­de nos bas­ti­do­res cul­mi­nou com sua elei­��o pa­ra a Pre­si­d�n­cia da As­sem­bl�ia Le­gis­la­ti­va por una­ni­mi­da­de. Tem dis­cur­so con­ver­gen­te pe­la ba­se ali­a­da es­ta­du­al. Ele ain­da n�o ad­mi­te que dis­pu­ta­r� a elei­��o de de­pu­ta­do fe­de­ral, mas exis­te for­te pres­s�o de su­as ba­ses. Den­tro do PSDB, e at� em ou­tros par­ti­dos da ba­se ali­a­da, co­mo o PP, tem gran­de apoio.

F�­bio Sou­za

De ve­re­a­dor cam­pe­�o de vo­tos em Go­i­�­nia, che­gou � As­sem­bl�ia Le­gis­la­ti­va com boa vo­ta­��o. Es­t� em cres­ci­men­to. Seu pai, o ap�s­to­lo C�­sar Au­gus­to, � o l�­der mun­di­al da Igre­ja Fon­te da Vi­da, com mi­lha­res de fi­�is. Foi re­con­du­zi­do � Pre­si­d�n­cia da mais im­por­tan­te co­mis­s�o da As­sem­bl�ia, a de Cons­ti­tu­i­��o, Jus­ti­�a e Re­da­��o.

PP

Pe­dro Ca­ne­do


Vi­ve fa­se de co­me­ta des­de que dis­pu­tou e per­deu pa­ra Ono­fre Qui­nan, j� fa­le­ci­do, va­ga no Se­na­do da Re­p�­bli­ca, na d�­ca­da de 80. Su­plen­te de de­pu­ta­do fe­de­ral, dis­pu­ta to­das as elei­��es, mas sem­pre ba­te na tra­ve. � ana­po­li­no e so­fre com as in­ten­sas di­vi­s�es de vo­tos de sua ci­da­de. Sua que­da co­in­ci­diu com a per­da de pres­t�­gio de An�­po­lis no ce­n�­rio po­l�­ti­co es­ta­du­al. Es­t� na Pre­si­d�n­cia da Ique­go.

Ney No­guei­ra

Es­tre­la do PP, ami­go pes­so­al do go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues, � bom ar­ti­cu­la­dor. De­pen­de, de cer­ta for­ma, do pres­t�­gio do Pa­l�­cio das Es­me­ral­das. Se re­al­men­te dis­pu­tar va­ga de de­pu­ta­do fe­de­ral, te­r� que con­tar com de­ci­si­vo em­pur­r�o do pr�­prio Al­ci­des. Nes­se ca­so, es­ta­ria pra­ti­ca­men­te elei­to. � de San­ta He­le­na.

Oza­ir Jo­s�

De­pu­ta­do es­ta­du­al, te­r� o apoio do pre­fei­to Ma­gui­to Vi­le­la, de Apa­re­ci­da de Go­i­�­nia. Foi de­ci­si­vo na cam­pa­nha do ano pas­sa­do e res­pon­s�­vel pe­la ali­an­�a do PP com o PMDB na ci­da­de. Den­tro do PP, � con­si­de­ra­do um dos me­lho­res can­di­da­tos a de­pu­ta­do fe­de­ral pe­lo par­ti­do.

Er­nes­to Rol­ler

Es­t� no se­gun­do man­da­to co­mo de­pu­ta­do es­ta­du­al. Em 2006, foi o se­gun­do mais bem vo­ta­do e pri­mei­ro de seu par­ti­do. As­su­miu a Se­cre­ta­ria de Se­gu­ran­�a P�­bli­ca em 2007. � apos­ta ab­so­lu­ta­men­te to­tal do PP co­mo can­di­da­to a de­pu­ta­do fe­de­ral. Es­tre­la em gran­de as­cen­s�o.

Jor­ce­li­no Bra­ga

Jor­ce­li­no Bra­ga co­mo can­di­da­to a de­pu­ta­do fe­de­ral? Tam­b�m. O se­cre­t�­rio da Fa­zen­da � co­ta­��o ga­ran­ti­da pa­ra qual­quer dos car­gos em dis­pu­ta no ano que vem. Tem es­to­fo pa­ra a dis­pu­ta pe­lo go­ver­no do Es­ta­do, pa­ra o Se­na­do ou pa­ra de­pu­ta­do fe­de­ral. Em re­su­mo, dis­pu­ta o car­go que qui­ser. Pe­lo me­nos por en­quan­to, ele diz n�o que­rer dis­pu­tar na­da. Sua ca­pa­ci­da­de de ar­ti­cu­la­��o � t�o boa que n�o en­fren­ta opo­si­��o na As­sem­bl�ia Le­gis­la­ti­va nem en­tre os mais ra­di­cais opo­si­cio­nis­tas. � o gran­de trun­fo do go­ver­no Al­ci­des Ro­dri­gues e res­pon­s�­vel di­re­to por con­ser­tar as fi­nan­�as do Es­ta­do.

DEM/PT/PSB/PR

Vil­mar Ro­cha


Ex-de­pu­ta­do es­ta­du­al e fe­de­ral, foi mui­to bem vo­ta­do em 2006, 75 mil vo­tos, mas aca­bou na su­pl�n­cia pe­la fra­gi­li­da­de da cha­pa pro­por­ci­o­nal do DEM, que aca­bou ele­gen­do ape­nas Ro­nal­do Cai­a­do. Tem gran­de pres­t�­gio na c�­pu­la na­ci­o­nal de seu par­ti­do e re­pre­sen­ta a pon­ta de lan­�a do bem or­ga­ni­za­do gru­po La­ge, de Go­i­a­n�­sia. Con­ti­nua sen­do uma das gran­des es­tre­las da po­l�­ti­ca go­i­a­na, ape­sar de es­tar sem man­da­to. Se o DEM n�o par­tir pa­ra no­va aven­tu­ra elei­to­ral em 2010, de­ve re­tor­nar � C�­ma­ra dos De­pu­ta­dos.

Isau­ra Car­do­so

Pri­mei­ra-da­ma de Se­na­dor Ca­ne­do, a es­po­sa do pre­fei­to Van­der­lan Vi­ei­ra Car­do­so co­me­�a a apa­re­cer co­mo pro­v�­vel can­di­da­ta a de­pu­ta­da fe­de­ral pe­lo PR. Com o pres­t�­gio do ma­ri­do e com seu tra­ba­lho so­ci­al, po­de­r� sa­ir da ci­da­de com vo­ta­��o sig­ni­fi­ca­ti­va. Es­t� em as­cen­s�o, mas ain­da pre­ci­sa do tes­te de fo­go elei­to­ral.

Ade­mir Me­ne­zes

Vi­ce-go­ver­na­dor, ele ir� de­sin­com­pa­ti­bi­li­zar-se do car­go ca­so o go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues re­sol­va cum­prir seu man­da­to in­te­gral­men­te. � o prin­ci­pal l�­der do cha­ma­do gru­po de Apa­re­ci­da. So­freu um for­te re­v�s na elei­��o do ano pas­sa­do com a vi­t�­ria do PMDB na ci­da­de, mas ain­da man­t�m gran­de pres­t�­gio. Seu re­la­ci­o­na­men­to com o de­pu­ta­do fe­de­ral San­dro Ma­bel, pre­si­den­te do PR, � ex­ce­len­te. � es­tre­la que vi­ve um dra­ma, po­den­do vol­tar a bri­lhar in­ten­sa­men­te ou pas­sar de­fi­ni­ti­va­men­te � clas­si­fi­ca­��o de co­me­ta.

Hum­ber­to Ai­dar

Pe­tis­ta, foi ve­re­a­dor e � de­pu­ta­do es­ta­du­al. Tem for­te dis­cur­so de opo­si­��o ao PMDB e ao go­ver­no Al­ci­des Ro­dri­gues. In­te­gra o gru­po do de­pu­ta­do fe­de­ral Ru­bens Oto­ni. Ca­so Oto­ni dis­pu­te al­gum ou­tro car­go, co­mo go­ver­na­dor, vi­ce ou se­na­dor, Hum­ber­to de­ve ser o her­dei­ro. Nes­se ca­so, al�m de sua prin­ci­pal ba­se, Go­i­�­nia, ele con­ta­ria com o re­for­�o es­pe­ta­cu­lar de An�­po­lis, ter­cei­ro mai­or co­l�­gio elei­to­ral do Es­ta­do. Tem apoio dos ca­t�­li­cos. � es­tre­la em as­cen­��o.

Bar­bo­sa Ne­to

De es­tre­la pas­sou � uma fa­se pe­ri­go­sa pa­ra um po­l�­ti­co. Foi ve­re­a­dor, de­pu­ta­do es­ta­du­al e fe­de­ral. Che­gou ao car­go de cor­re­ge­dor da C�­ma­ra dos De­pu­ta­dos. Co­lo­cou tu­do a per­der em 2006 quan­do en­trou na bri­ga pe­lo go­ver­no do Es­ta­do. Fez cam­pa­nha con­tra Al­ci­des e Ma­gui­to, os dois prin­ci­pa­is con­cor­ren­tes, e aca­bou co­mo au­xi­li­ar do ven­ce­dor � pre­si­den­te da Go­i­�s Tu­ris­mo. Apos­ta em Go­i­�­nia co­mo uma das se­des da Co­pa do Mun­do de 2014. Tem pos­si­bi­li­da­des de dis­pu­tar va­ga em Bra­s�­lia, mas po­de­r� se con­ten­tar com a guer­ra pe­la As­sem­bl�ia Le­gis­la­ti­va. � o pre­si­den­te re­gi­o­nal do PSB.

 

 

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