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Quinta-feira, Janeiro 28, 2010

Gravação indica compra de apoio político por Perillo



Gravações inéditas em poder do Supremo Tribunal Federal (STF) indicam que o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), montou esquema de compra de apoio político para garantir sua eleição, em 2006. Os diálogos, aos quais o Estado teve acesso, foram gravados pela Polícia Federal com autorização da Justiça. Perillo, que antes da campanha havia deixado o cargo de governador de Goiás, é alvo de inquérito no STF para apurar suposto caixa 2 e suspeitas de uso da máquina pública durante a eleição.


Nos relatórios, investigadores afirmam que os diálogos "demonstram a movimentação do alvo (Perillo) para obter dinheiro, visando o pagamento de dívidas de campanha e compra de apoio político". A lista dos que teriam garantido apoio ao tucano em troca de dinheiro inclui vereadores e deputados federais e estaduais de Goiás.

As conversas sobre pendências financeiras prosseguiram após a eleição. De acordo com a investigação, o senador teve de recorrer a empréstimos para cumprir as promessas. Passado o pleito, telefonemas para cobrar pagamentos eram frequentes. Num deles, Francisco Sobrinho de Oliveira, que perdera a disputa por uma cadeira de deputado federal pelo PSDB, reclama dizendo que estava endividado.

"O "trem" seu todo dá uns quatrocentos?", pergunta Perillo, segundo o relatório. Oliveira responde que suas dívidas já somavam R$ 750 mil. Perillo, então, diz que tem uma pessoa que vai "arrumar" parte do dinheiro. Em outra ligação, o senador diz ter conseguido R$ 100 mil emprestados, e avisa que não poderia dar mais porque precisava cumprir promessas feitas a outros políticos: "Eu posso ajudar mais se você arrumar quem queira ajudar."

Ao ex-deputado Nédio Leite, que também lhe telefonara cobrando valores prometidos na campanha, Perillo garante que tentaria "resolver a totalidade ao invés de ser só aquela parte". Ele pergunta se Nédio Leite, à época no PP, não sabia de alguém que pudesse lhe emprestar dinheiro e diz que poderia dar um cheque como garantia.

As cobranças se estendiam ao tesoureiro da campanha de Perillo, Lúcio Fiúza. Num telefonema, de acordo com o relatório da PF, o então deputado federal Pedro Canedo (PP), candidato à reeleição, cobra de Lúcio um "caminhão de arroz" . Em outro, Canedo reclama do atraso no pagamento e diz que o próprio Marconi lhe havia dito que "ontem ou hoje ia me passar".

O então presidente da União de Vereadores de Goiás, Wolmer Tadeu Arraes, também ligou para cobrar. Usando o telefone do comitê de Perillo, o tesoureiro Fiúza fala com um pastor evangélico, identificado como César. Diz que precisava marcar encontro para "encomendar umas orações". Em seguida, deixa de falar em código. "Metade agora e metade na outra semana", afirma o tesoureiro ao pastor.

O senador foi gravado em conversas com juízes pedindo favores e recebendo pedidos. Uma juíza pede que Perillo interceda para evitar a transferência do marido, funcionário do governo. Em outro diálogo, é Perillo quem repassa a uma desembargadora pedido que recebera de uma prefeita.

A investigação detalha o que a PF classificou como uso da máquina pública na campanha. Assessores reservam aviões e helicópteros do governo para viagens de Perillo pelo interior goiano. Há registro, ainda, de voos para buscar Perillo em Búzios e Cabo Frio (RJ). As viagens eram tão frequentes que Perillo diz que pararia de usar aeronaves do Estado: "Podem usar isso no futuro." A PF também acusa o tucano de utilizar policiais militares, pagos pelo Estado, para fazer sua segurança pessoal. As gravações foram autorizadas por uma juíza do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás e, depois, pela ministra Ellen Gracie, do STF.

OUTRO LADO


o Estado, Perillo disse ter resposta para todas as suspeitas lançadas pela PF e chanceladas pela Procuradoria Geral da República, que já ajuizou denúncia contra ele no STF. "Minha defesa está 95% pronta e no momento apropriado a apresentaremos", afirmou. O senador diz que as conversas com políticos sobre dinheiro referem-se a doações legais. "Pedi a empresas doações para vários candidatos, algumas viabilizaram, outras não, e por isso que eles ligavam cobrando". Ele nega o uso da máquina. "Se usei aviões do Estado depois que deixei o governo, foi a convite do governador."



O ex-deputado Nédio Leite, nega ter vendido apoio político a Perillo em 2006 e diz não lembrar de conversas sobre dinheiro com o senador. "Tenho muita afinidade com ele", afirmou. Wolmer Arraes e Francisco Sobrinho não foram localizados. O ex-deputado Pedro Canedo, hoje presidente da estatal Indústria Química de Goiás (Iquego), não deu retorno ao contato.

Terça-feira, Janeiro 05, 2010

A batalha da Câmara de Senador Canedo

Depois da batalha da eleição do Sindicanedo, a próxima guerra em Senador Canedo tem data e hora marcada para acontecer, será no dia 15 de fevereiro, as 20Hs na Câmara Municipal de Senador Canedo, onde os vereadores elegerão a mesa diretora que deve administrar a Casa no próximo biênio. Depois de uma mudança na Lei Orgânica do município, a reeleição foi permitida e com isso o atual presidente Geraldo Detran (PR), provavelmente deve concorrer a reeleição. Geraldo foi eleito por uma nova coalizão com vereadores novatos tirando do poder o grupo do vereador Paulo Roberto que vinha administrando a Câmara há vários mandatos. Outro vereador que também pretende concorrer à presidência é o vereador Roberto Lopes (PPS), ele já trabalha nos bastidores para ocupar a presidência da Casa.
 

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Terça-feira, Dezembro 22, 2009

Senador Canedo ganha maternidade

APrefeitura de Senador Canedo inaugurou, na noite de ontem, a Maternidade Municipal Aristina Cândida. A unidade irá atender mais dez municípios da região metropolitana. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), Irani Ribeiro, a população das cidades pactuadas receberão atendimento mais próximo de suas residências e com qualidade.

A intenção é dar atenção especial às mulheres, com atendimento multidisciplinar. Além disso, a secretária de Saúde do Estado afirmou que, com a inauguração da maternidade de Senador Canedo, os atendimentos do Hospital Materno-Infantil (HMI), em Goiânia, serão reduzidos.

Construída em cerca de quatro anos, a maternidade está preparada para realizar mensalmente 264 partos, além de 1.500 procedimentos, como consultas e exames. No local, estarão disponíveis serviços psicológicos, nutricionais e de assistência social.  Na unidade de saúde,  as futuras mães serão acompanhadas a partir da 32ª semana de gestação, em situação normal, e em qualquer idade gestacional nos casos de alto risco.

O hospital foi construído com recursos do tesouro municipal e firmará parcerias com a SES e com a Universidade Federal de Goiás (UFG). O Estado doará o mamógrafo, para exames de prevenção. E a UFG assinou convênio com a maternidade. “A universidade fornecerá dois plantonistas, que são estudantes do 6º e do 5º período de medicina”, afirma o diretor do hospital, Fernando Pellozo.

Entre as novidades trazidas pela maternidade está o conforto oferecido nas enfermarias. Estes locais são dotados de aparelhos de ar condicionado e poltronas reclináveis para os acompanhantes dos pacientes.

A unidade também vai realizar atendimentos de urgência em ginecologia, terá sala para vacinas e o Teste do Pezinho, além de oferecer cirurgias eletivas como laqueadura, histerectomia, curetagem e incontinência urinária, entre outras. 

Durante a inauguração da maternidade, o prefeito de Senador Canedo, Wanderlan Vieira Cardoso, afirmou que a obra é  um sonho da comunidade. “O hospital será referência em saúde pública. Até o próximo dia 2, a maternidade funcionará a todo vapor”. Segundo o prefeito, o governo federal repassará R$ 4 milhões por ano. O deputado federal Sandro Mabel (PR) complementou que serão repassados R$ 350 mil por mês para o custeio da maternidade.
O presidente do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego), Salomão Rodrigues Filho, afirmou que a unidade representa que a população terá um serviço público de qualidade. 

A maternidade tem o nome da parteira e avó do prefeito Wanderlan. Aristina Cândida afirma que ajudou em mais de 500 partos em Goiás, além de ser mãe de dez filhos. Aristina  estava presente durante a solenidade de inauguração e afirmou estar muito feliz com a homenagem feita pelo prefeito, que também é neto da parteira. 
profissionais
A equipe que vai atuar na Maternidade Aristina Cândida será contratada pela prefeitura daquele município. De acordo com o diretor da maternidade, em dois dias, a equipe estará completa, com ginecologistas, pediatras, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, infectologistas, anestesistas, entre outros.

Segunda-feira, Dezembro 21, 2009

Mabel ripa Marconi

O deputado Sandro Mabel (PR) defendeu ontem candidatura apoiada pelo governador Alcides Rodrigues (PP) e criticou o senador Marconi Perillo (PSDB). Leia abaixo.

O senhor tem realmente a pretensão de disputar o governo do Estado?
Se o projeto for fazer um Goiás mais bem administrado, mais profissional, tenho a disposição. Precisamos de outra visão de administração. É o que o governador acha.

Ainda dá tempo de capitalizar isso o candidato?
Dá. O governo está pegando um ritmo importante. Vamos trabalhar com propostas de futuro. Alcides está sendo muito bom para o Estado porque está limpando toda essa quebradeira que pegou.

O PSDB diz que a cúpula dos partidos alcidistas não está sintonizada com a base.
É o contrário. O Marconi vai sentir grande debandada no dia que se estabelecer essa frente. Vai minguar a base dele em favor desse candidato. Ele e o seu grupo estão ficando isolados. Se a frente for consolidada, nem espaço de televisão ele vai ter direito.

Vislumbra a possibilidade de o governador disputar o Senado e o PR assumir o governo a partir de março?
Há essa possibilidade, sim. Temos conversado com o governador e ele demonstra esse interesse de disputar a eleição. A popularidade dele está aumentando à medida em que ele vai resolvendo os problemas que herdou no governo.

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

Notas da coluna Nas entranhas da política

Ego petista
O professor Vicente é novo presidente do Partido dos Trabalhadores de Senador Canedo, Vicente venceu Lúcia candidata a reeleição de forma apertada com apenas cinco votos de diferença. Pelo resultado da eleição mais uma vez o PT de Senador Canedo deve caminhar rachado nas eleições.

Ego petista II
Ao contrario das esferas estadual e federal, o PT de Senador Canedo não cresceu e sempre teve participações pífias nas eleições. A desorganização e as brigas internas dos petistas da cidade é tão grande que eles nunca conseguiram eleger um vereador. Vale lembrar que o PT de Caldazinha já elegeu vice-prefeito e vereador, agora o PT de Senador Canedo é só briga.

Nova casa
Depois de levarem cartão vermelho no PSDB, a oposição de Senador Canedo abrigou-se no PP partido do governador Alcides Rodrigues. Divino Lemes nomeou seu fiel escudeiro Luciano Menezes para presidir o PP em Senador Canedo.

Samba peemedebista
O samba do crioulo doido perde feio para o PMDB de Senador Canedo, a legenda ao longo dos anos vem passando por tempestades intermináveis. Uma desorganização total, brigas e consequentemente desastre nas urnas. Em 2004 e 2008 o PMDB não alcançou 300 votos nos dois pleitos.

Picanha perigosa
Não convide para um rodízio em uma churrascaria os vereadores Roni (PDT) e Diney (PTB) de Senador Canedo é perigoso sair muito mais que o sangue da picanha na mesa. Os vereadores e seus assessores declaram guerra e a briga promete, os dois estão disputando até a autoria de quebra molas.

Do rádio para Assembleia
Carlos Antonio ex-apresentador do Via Livre e vereador em Anápolis é candidato a deputado estadual nas próximas eleições. O radialista afirma que no seu partido o PSC, ele poder ser eleito com apenas 15 mil votos.

Paulo em Caldazinha
A classe política de Caldazinha está em polvorosa com uma provável candidatura do vereador Paulo Roberto (PPS) de Senador Canedo a prefeito de Caldazinha. Paulo já comprou uma propriedade rural na cidade onde passa a maior parte do tempo.


Só muda a cama
Militantes do PDT dizem que o partido vai sair das mãos de um “casal despótico”, Euler Ivo e Isaura Lemos, para cair nas mãos de outro casal despótico, George Morais. “Só vai mudar a cama que vai mandar no PDT”, afirma um militante.

Vereador federal
De um peemedebista que acompanha os passos do senador Marconi Perillo com lupa: “O tucano começa a trabalhar em Goiânia, bairro a bairro. Participa de batizado de criança e de qualquer cerimônia para a qual for convidado. Nós, do PMDB, já começamos a chamá-lo de vereador federal”.

Vereador federal 2
O peemedebista diz que Marconi está se movendo. “Ele é perigoso, porque não fica parado e não é previsível.” O líder diz que cabe ao PMDB não subestimá-lo mais uma vez. “Marconi foi subestimado três vezes e, em todas, nós perdemos. O senador alimenta-se de política e seu lazer é política.”

Alcides não é Marconi
Parte do PP pode acompanhar o senador Marconi Perillo, mas o governador Alcides Rodrigues, se não lançar candidato da terceira via, não apoia o tucano de forma alguma. Pode até ficar neutro, mas não compõe com o candidato do PSDB ao governo. A divergência, além de política, é pessoal. Muito pessoal. Nos bastidores, Marconi e Alcides se atacam ferozmente, e cada um sabe o que o outro diz sobre o outro.

Alcides não é Marconi2
A crise entre o senador Marconi Perillo e o governador Alcides Rodrigues, camuflada por dois mandatos do tucano, pode ter surgido já em 1998. Segundo um alcidista, em 1998, o PP apresentou como candidato a governador Roberto Balestra. Mas, ao contrário do que se tem escrito, Balestra não abriu espaço para Marconi Perillo por abnegação ou porque estava mal nas

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Marcos Teles: o melhor genro do Brasil

Com pouco mais de 113 anos a cidade de Bela Vista de Goiás passou por dois momentos negros na sua história, o calote do grupo Avestruz Máster e a passagem do ex-prefeito Marcos Teles (PT) pela prefeitura. Na primeira fase negra a cidade ficou praticamente inviabilizada, já que o grupo Avestruz Máster deu o calote em fornecedores e nos trabalhadores da cidade. O segundo período nebuloso ficou por conta do ex-prefeito Marcos Teles.
De acordo com ação civil pública que tramita na Comarca de Bela Vista, o ex-prefeito montou uma quadrilha para saquear os cofres da prefeitura da cidade em mais de R$ 466 mil. A formação quadrilha é um crime bastante praticado no Brasil, em que marginais se unem para praticar delitos. Só que no caso do ex-prefeito, ele usou sua própria família para lesar a população, ou seja, Marcos Teles inovou praticando o crime de “Formação de Família” na prefeitura.

Segundo a denúncia, o esquema funcionava da seguinte forma: Marcos contratou por meio de carta convite a empresa IMCAS Projetos, Pesquisas e Consultoria LTDA, de propriedade de sua sogra, Ide Severino de Paula (conforme certidão da Juceg ao lado) para prestação de serviços à prefeitura de Bela Vista. Contratação que fere frontalmente a Constituição Federal e a Lei Federal de Licitações 8.666, que proíbe que qualquer agente público (prefeito, vice-prefeito e vereador) compre ou venda para parentes de até 3º grau.
Mostrando total falta de compromisso com a cidade e fome por corrupção, Marcos Teles, o genro mais bondoso do Brasil, pagou com o dinheiro do povo de Bela Vista três projetos que nunca foram utilizados e nem vistos pela população da cidade. O primeiro deles foi contratado por carta convite - artifício usado pelos prefeitos para burlar a licitação, indicando o vencedor - no dia 27 novembro de 2006, onde Marcos encomendou e pagou para empresa de sua sogra o valor de R$ 79 mil por uma pesquisa técnica sobre as famílias beneficiadas por um suposto Projeto Educação e Saúde.

Procura-se cigano
No dia sete de fevereiro de 2007 o genro contratou a empresa da sua sogra para fazer um mapeamento da cultura cigana nos municípios da região metropolitana. “Serviço” pago por R$ 79 mil. Agora fica a pergunta: O que o povo de Bela Vista tem a haver com a cultura cigana dos municípios da região metropolitana? Mas o fato realmente curioso nessa história é que – pasmem - Marcos Teles encomendou e pagou a mesma pesquisa para outra empresa: a Abolir Assessoria e Consultoria Ltda. Mais curioso ainda – ou melhor, espantoso - é que as duas notas têm a mesma caligrafia e até a mesma rasura no valor, localizado no canto inferior direito (conforme as notas ao lado).

Inclusive existem fortes indícios de que as notas tenham sido preenchidas pela própria mulher do ex-prefeito, Maria Ana, por causa da similaridade das letras. Realmente, um caso de abuso contra o cidadão de Bela Vista, que paga imposto para ser embolsado por essa quadrilha inescrupulosa.Como duas empresas distintas, que estão em cidades diferentes, podem aparecer com as notas fiscais praticamente idênticas e com o mesmo serviço? Marcos Teles, certamente, deve saber.

Mais grana para sogra
No dia 27 de novembro de 2007, Marcos e sua quadrilha usaram novamente o esquema da carta convite para contratar a IMCAS Projetos, Pesquisas e Consultoria LTDA para desenvolver um suposto trabalho de Educação Social e Ambiental nos setores Las Vegas, Ulisses Guimarães e Jardim das Palmeiras. Por esse contrato o ex-prefeito pagou R$ 77 mil a sua sogra. O clima de impunidade na gestão Marcos Teles era tão grande que, além de pagar os R$ 77 mil para a suposta pesquisa sobre educação ambiental, o ex-prefeito usou dois aditivos - mecanismo usado por prefeitos sem compromisso com o dinheiro público para dar mais dinheiro a uma empresa que não deu conta de entregar o serviço contratado.

No caso, para a sogra dele, Ide Severino de Paula. Com os dois aditivos o genro tirou dos cofres da prefeitura mais R$ 154 mil, totalizando R$ 231 mil pela pesquisa. A dona- de-casa, Ilma Antonia da Silva, 52, residente no setor Las Vegas, informou que nunca presenciou o trabalho da empresa no bairro. “Eu nunca vi esse povo aqui não”, afirmou.
 
Impunidade
Confiante que seria reeleito e ficaria mais quatro anos no poder, o ex-prefeito Marcos Teles saqueou o cofre da prefeitura à vontade. Essa seria a explicação mais plausível para tanta corrupção na sua administração. Só que ele se esqueceu do povo, que cansou do caos implantado na cidade, e o expulsou da prefeitura. Talvez por isso ele tenha desaparecido com toda documentação contábil da prefeitura. Procurado pela reportagem, o atual prefeito Eurípedes do Carmo não quis comentar o assunto. “Está nas mãos da justiça. Estou preocupado apenas em administrar a cidade”, disse. O Cidadão também tentou contato, insistentemente, com o ex-prefeito Marcos Teles, que não retornou as ligações.

Mais uma mentira de Marcos Teles – O ex-prefeito de Bela Vista afirmou em um jornal que suas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), ao ser questionado pelo repórter sobre as irregularidades pelas quais está sendo processado. Aqui está a verdade: As contas de Marcos Teles foram todas rejeitadas desde 2005 pelo TCM. O documento é público. Basta solicitar ao órgão ou mesmo pesquisar no site do Tribunal pela internet para constatar a mentira desse saqueado de contas públicas.

Matéria investigativa publicada na última edição do jornal O Cidadão

Veja as páginas com documentação logo abaixo:


Segunda-feira, Novembro 23, 2009

Será que um dia o Brasil será assim?

 

 

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